Você precisa avaliar, garantir a qualidade e ajustar seus agentes de IA agêntica, assim como faz com seus agentes humanos.
PRINCIPAIS CONCLUSÕES
O pilar mais maduro é a Estratégia. As organizações já têm seus planos de IA definidos — mas poucas contam com a tecnologia necessária para colocá-los em prática, ou ainda não veem resultados.
Os pilares menos maduros são os canais de CX e a automação; a inteligência em tempo real e a assistência ao agente; e os relatórios, a mensuração e a geração de valor.
Ainda há uma percepção generalizada no setor de que o contact center é um centro de custo ou um simples suporte operacional, e não um gerador de valor e receita.
Muitos contact centers estão migrando para um modelo híbrido que integra agentes humanos com IA agêntica autônoma — mas sem a governança e os dados necessários para sustentar essa mudança.
Há uma divisão real entre as organizações que relatam uma jornada totalmente unificada e aquelas cujos sistemas estão desconectados ou isolados. Muitas ainda lutam para oferecer uma experiência integrada.
As organizações de médio porte encontram o ponto ideal. As organizações com mais de 5.000 agentes relatam mais dificuldade de integração e adoção devido à sua escala.
Trinta e cinco páginas sobre o que 400 líderes de contact center nos contaram sobre estratégia, IA, automação e a experiência do agente — onde o setor está entregando resultados e onde ele trava.